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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Profanação no Púlpito da AD Ministério de Madureira em Brasília

A Bíblia nos alerta acerca dos últimos dias e da Profanação em Lugares Santos e desta vez aconteceu na cidade de Brasília numa Assembleia de Deus Ministério de Madureira.


O Bispo Manoel Ferreira- Líder da Igreja- sede espaço para Falso Profeta Reverendo Moon.

Reverendo Moon ou Sun Myung Moon, nasceu na Coréia em 1920- antes de sua divisão. Foi o segundo 
filho dos oito, de uma família camposa Cristã Presbiteriana.

Segundo Moon, aos 16 anos de idade- na Páscoa de 1936- enquanto orava ele teve um chamado de Deus que o havia separado para ser percursor da obra que Cristo na havia conseguido terminar. 

Assim como Adão que não havia tido êxito no estabelecimento de uma Família Pura, pois só a estabeleceu depois do pecado, o Reverendo Moon apregoa numa de suas doutrinas que Jesus falhou ao morrer na Cruz. 

E que a Sua Missão na terra (a de Jesus) era haver casado e constituído família na qual Deus, segundo Moon continuaria a sua obra. No entanto, segundo ele o Projeto de Deus fora frustrado quando Jesus morreu na Cruz.

E no Ano de 1936, Deus o escolheu para terminar a Obra que Jesus não acabara.

Reverendo Moon é fundador da Seita denominada Igreja da Unificação.


Algum tempo atrás Moon e sua igreja vieram para o Brasil, fizeram investimentos no país, mais especificamente no Mato Grosso do Sul, e tentaram buscar o apoio das lideranças evangélicas. A grande maioria negou-se a apoiar esse homem que se diz a “segunda vinda de Jesus”.

Porém, o Bispo Manoel Ferreira, ex-deputado e líder do Ministério Madureira, tem se envolvido com Moon. Ferreira já esteve na Coreia e participou de cerimônias de casamento na Igreja da Unificação.

Este é um dos eventos mais importantes para a seita, pois seus fiéis acreditam que se tornam “filhos espirituais” do reverendo Moon através do casamento.

Agora, surge a denúncia que decidiu “retribuir” e convidou representantes da igreja de Moon para usarem o púlpito da Assembleia de Deus Madureira de Brasília. O culto realizado na igreja em Brasília no mês de outubro foi chamado de “Festival Global da Paz”, cujo objetivo seria “apresentar a mensagem do Reverendo Moon como o novo Messias”.

O tema “uma família sobre Deus” mostraria que a mensagem que “cumpriria o sonho de Deus de todas as pessoas do mundo serem uma só família”. A iniciativa do festival foi de Hyun Jin Moon, um dos filhos do líder da Igreja da Unificação, que mostra os seus pais como os originadores da “verdadeira família” capaz de salvar a humanidade.

Mais uma das sandices do diabo e que infelizmente alguns líderes sem visão espiritual tem deixado adentrar nas Igrejas as quais lideram.

Enquanto alguns Líderes barrarem  (param) o Mover do Espírito dentro de suas Igrejas o Adversário de nossas Almas- Satanás- se levantará contra as mesma com mais ódio ainda e sabe qual o principal objetivo dele: Destruir.

Jovens Cristãos, visitantes e leitores assíduos deste blog custa- me muito dizer, porém, se há um tempo em que a Igreja de Cristo corre sérios perigos esse tempo chama- se hoje.

" Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, envocai- o enquanto está perto" 
(Is 55.6)

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A História do Beijo e as Religiões



O primeiro beijo dado foi o sutil Sopro Vital do Criador; que com amor, através da Respiração Divina, nos deu o Sublime Beijo criando nossas almas e nossas vidas (Gn. 2:7).

Na Suméria (região da antiga Mesopotâmia, hoje Ásia), as pessoas costumavam enviar beijos para os céus, endereçados aos deuses. Na Antigüidade, o beijo materno, de mãe para filho, era bem comum. Entre gregos e romanos, era observado entre todos os membros de uma família e entre amigos bastante íntimos ou entre guerreiros no retorno de um combate, muitas vezes, com conotação erótica. Os gregos, aliás, adoravam beijar. No entanto foram os romanos que o difundiram. Para explanar sobre o beijo, o latim tem três palavras distintas: 

osculum=beijo na face; basium=beijo na boca e saevium=beijo leve e com ternura.

 Beijo na boca, entre cidadãos da mesma classe social, era uma saudação praticada pelos persas. Heródoto, no século 5 a.C., listou todos os tipos de beijos e seus significados entre persas e árabes.

Na Idade Média, séculos 12 e 13, a saudação entre religiosos cristãos tornou-se o beijo de paz, que simbolizava a caridade e unia os cristãos durante a missa. O beijo de paz também era utilizado pela Igreja nas cerimônias de ordenação, na recepção de noviços, na missa etc. Neste mesmo período da história, a Igreja Católica proibiu o beijo caso este tivesse alguma conotação libidinosa. O beijo, afirmavam os religiosos, não tinha de ter ligação com o prazer sexual. Os fiéis passaram a beijar o osculatório e somente os clérigos mantiveram o costume do beijo nos lábios para as cerimônias.
O beijo na boca passou também a representar uma espécie de contrato entre o senhor feudal e o seu vassalo. Era algo como "dou minha palavra". Os burgueses adotaram o beijo na face como sinal de saudação; os nobres usavam o beijo na boca para o mesmo fim.

Somente no século 17 que os homens deram fim ao beijo na boca, o substituíram, então, pelo abraço cerimonial. Paralelamente, os religiosos substituíram o beijo na boca pelo beijo nos pés, o beijo nas mãos, chegando ao aperto de mão e ao abraço da paz.

No século 19, o surgimento do Romantismo, que dava ênfase ao individualismo, lirismo, sensibilidade e fantasias, com o predomínio da poesia sobre a razão, favoreceu aos ardentes romances e tórridas paixões. Conseqüentemente, os beijos ganharam tremendo espaço e popularidade. Com o feminismo, a mulher, muito mais liberada, não tem mais vergonha de expor seus desejos. A literatura oriunda desta época, os filmes produzidos em Hollywood (quem não se lembra da cena protagonizada por Vivian Leigh e Clark Gable em "...E o Vento Levou"?, mudou hábitos tradicionais de vários povos. Entre os negros, amarelos, povos árabes e indianos, entre os quais o beijo não fazia parte dos costumes.

Uma Abordagem Teológica do Beijo:

Segundo a Bíblia: Modo de saudação usado no Oriente desde os tempos patriarcais (século XVIII a.C.), entre pessoas do mesmo sexo, e em casos especiais, entre pessoas de sexo diferentes. Os pais e as mães beijavam os filhos e pessoas da mesma família ( cf. Gênesis 31:28 e 55; 48:10; II Livro de Samuel 14:33). Os filhos beijavam os pais (cf. Gênesis 27:26). Irmãos e irmãs beijavam-se mutuamente (cf. Cantares 8:1). Do mesmo modo faziam outros membros da família (Gênesis 29:11). Amigos e camaradas beijavam-se reciprocamente  (cf. I Livro de Samuel 20:41). Nos tempos de Jesus Cristo, os convidados a um banquete eram beijados à entrada da casa  (cf. Lucas 7:45). Era assim que os antigos cristãos se saudavam  (cf. Romanos 16:16), como símbolo de fraternidade cristã. O beijo parecia não ter conotação maliciosa e era encarado como um cumprimento corriqueiro entre as pessoas e uma expressão de amor fraternal. O beijo de Judas, o beijo da traição, tornou-se tanto mais vil e odioso devido ao fato de um ato de amor fraternal ter sido usado como ato de deslealdade (cf. Mateus 26:49). O beijo era um sinal de respeito, beijavam-se os pés dos reis em sinal de grande honra, ou de humildade e sujeição (cf. Salmos 2:12). A mesma idéia se ligava aos idólatras que beijavam seus ídolos (cf. I Reis 19:18). Era uso atirar beijos com a mão depois de haver beijado ( cf. Jó 31:27).
O Beijo na Concepção Islâmica:

O comentário que se segue foi feito pelo líder islâmico Samir El-Hayek tradutor do Alcorão para o português. Ele comenta sobre o beijo:

“Nós muçulmanos nos beijamos. Beijamos nossos amigos e irmãos... Não na Boca! Nem a própria mulher a gente costuma beijar na boca. Beijamos no rosto, na testa. É a nossa cultura. O beijo na boca é invenção do cinema hollywoodiano, que continua ganhando muito dinheiro com isso”.

O Beijo na Concepção Católica:

Bem, como já vimos acima, o beijo amoroso foi proibido pela Igreja Católica na Idade Média e em nossas pesquisas não conseguimos a informação se esse decreto foi extinto ou não. Entretanto, a Igreja Católica Romana tem no beijo uma maneira de referência e adoração; beijam-se as imagens e abascantos, beija-se a mão do clérigo, o padre beija o altar, o Papa por várias vezes beijou o solo onde foi peregrinar, beija-se após fazer o sinal da cruz, beija-se o irmão de fé em sinal de amor cristão... Enfim, poderíamos dizer que o beijo compõe o culto e os rituais do catolicismo.
O Beijo nas religiões Orientais:

Para as religiões Orientais, o beijo é um ato muito íntimo, jamais realizado em público. É algo reservado e que dificilmente será motivo de vexatório.

O Beijo na Ótica Protestante Evangélica:

A Bíblia mostra que os irmãos se saudavam com um beijo no rosto em sinal de cordialidade e cumprimento (Rm.16:16). Era um costume da época, como o nosso hoje, de saudar uns aos outros com um aperto de mão. O ósculo não é colocado como uma doutrina ou ensinamento, mas apenas como um gesto de cordialidade que deveria e deve haver entre os irmãos. Em nossas igrejas o povo é livre para saudar, não frisamos o ósculo pelo fato da inconveniência. A Bíblia nos ensina a evitar a aparência do mal (I Ts.5:22). Na nossa sociedade, homem beijando homem é um tanto desconfortável, sendo considerada uma prática libidinosa. Não queremos causar escândalos a ninguém (Rm.14:13) e por isso evitamos a prática do ósculo. O beijo no culto evangélico não é usado como no caso do catolicismo.

No casamento, na intimidade do casal evangélico, não há restrição no ato do beijo na boca. Entretanto, no caso do namoro, todo cuidado se faz necessário, pois a fornicação é um pecado segundo a Bíblia (Ap. 21:8). O beijo caloroso demais entre o casal de namorados pode sair da esfera de carinho e se tornar carícia, por isso a necessidade de se ter os devidos cuidados. No meio evangélico, geralmente, existe um conselheiro que acompanha o casal de namorados e fornecendo-lhes as devidas orientações e precauções que devem ser aplicadas no dia a dia.





Bibliografia

Este conteúdo é uma adaptação feita por mim usando as seguintes referências:

http://www.an.com.br/2001/abr/12/0ane.htm
www.pucsp.br/rever/rv2_2002/i_rodvan.htm
Dicionário Bíblico de J. Davis, Editora Juerp, 15ª Edição de 1989

Termos Satanistas e Seus Significados


Baphomet



Adivinhação
É o sacerdócio do mago. Termo genérico que designa o conhecimento paranormal, religioso ou esotérico. A adivinhação pode ser exercida pelas artes divinatórias, pelas artes conjecturais, pela clarividência e pela visão. Existem dois tipos de adivinhação. Uma que se deve à arte e a outra que se deve à natureza. Significa realizar uma coisa divina (sic).

Amuleto
Os amuletos são utilizados para a defesa. Protegem contra as doenças, o mau-olhado, a má sorte, etc. Considera-se que o amuleto possua ou encerre uma forca mágica que realiza o que simboliza, numa relação especial entre aquele que o carrega e as forças que o amuleto representa. Fixa, concentra e age em todo os planos cósmicos, firmando o homem no centro destas forças, fazendo crescer a sua vitalidade, garantindo-lhe uma condição melhor após a morte.

Aranha
Nas crenças populares é um animal espiritual. Acreditava-se que durante o sono, a alma daquele que sonha pudesse sair e entrar pela boca em forma de aranha. No simbolismo está relacionado ao mito grego de Aracne, que teceu um tapete e foi transformada em aranha por Atena, por ter ousado desafiá-la - a aranha é o símbolo nesta lenda; é a derrota de um mortal que pretendeu rivalizar com Deus. É a ambição demiúrgica punida – demiurgo é a criatura intermediária entre a natureza divina e a humana. A aranha torna-se, às vezes, símbolo da alma ou um animal psicopompo – condutor das almas dos mortos.

Aritmancia
Adivinhação através dos números – aritmomancia. Mancia – sufixo transformado em substantivo. Arte e ciência da adivinhação indutiva – mântica – aplicada a um determinado objeto ou que segue um determinado método. As mancias dividem-se em artes divinatórias – que dizem respeito à pessoa e artes conjecturais – que dizem respeito ao homem em geral, a sociedade ou qualquer outra coisa. Classificam-se de acordo com os suportes utilizados: sonho – oniromancia; cartas – cartomancia; astros – astrologia; mortos necromancia; números – aritmancia. A aritmancia recorre a métodos tais como a simbologia dos números, a adição teosófica, o paralelismo etc.

Basilisco
Em grego significa “pequeno rei”, é um ser fabuloso de cunho simbólico do mundo das serpentes. É o rei das serpentes, como o diabo é o rei dos demônios. Nos bestiários medievais o basilisco aparece como serpente coroada, que é homenageada pelos seus súditos. O basilisco era um animal que matava com um simples olhar, ou só com o bafo, quem dele se aproximasse sem o ter enxergado ou tendo sido visto primeiro por ele. Teria nascido de um ovo de galo velho, de 7 ou 14 anos, posto dentro do esterco e chocado por um sapo ou por uma rã. É representado por um galo com cauda de dragão ou por uma serpente com asas de galo. Seria o poder real, que fulmina tantos quantos lhe faltam com o respeito. A lenda dizia que era difícil capturar o basilisco. O único modo era colocar um espelho na frente dele, e assim aquele terrível olhar, dotado de potência mortal, refletido no espelho e voltado contra o próprio basilisco matava-o, ou então o hálito envenenado que exalava reincidia sobre ele, causando-lhe a morte que desejava provocar.

Bruxo
Quem faz bruxarias – as bruxas modernas tendem a se referir à sua religião como wicca, a forma feminina de wicce – do inglês antigo, que significa witch – bruxa. Tantos os seguidores do sexo masculino quanto do feminino são conhecidos como bruxas e bruxas, embora o culto seja decididamente matriarcal, onde a suprema sacerdotisa de cada convenção é vista como a personificação – em alguns ritos, até mesmo encarnação da grande mãe deusa, que é a divindade principal do movimento. Como consorte da deusa, personificado pelo supremo sacerdote da convenção, está o deus-de-chifres, quase sempre identificado com o diabo, por aqueles que não pertencem ao culto. Uma das cerimônias da bruxaria moderna é conhecida como “atração da lua”. É realizada pelo supremo sacerdote, mas sua meta é criar uma encarnação temporária da deusa na suprema sacerdotisa, algo que tem semelhanças com os ritos de possessão mediúnica de muitas religiões xamânicas.

Câmara secreta
Em todo ritual de iniciação apresenta-se uma prova, que é a passagem por uma câmara secreta; que pode ser um cubículo, um quarto fechado, etc..., é sempre um lugar afastado de curiosos. Neste local o iniciado é aspergido com água lustral – para purificação – ou com o sangue de uma vítima sacrificada. O iniciado fica acordado ou dormindo para receber as revelações da divindade. A câmara secreta simboliza o local da morte do velho homem e do nascimento do novo homem. Muitas vezes o iniciado pernoita na câmara secreta, pois se acredita que receba durante o sono ou acordado as revelações da divindade. Toda iniciação por mais natural que seja, comporta algo de secreto e de retirado, e a nova vida por ela inaugurada funda-se numa espécie de morte.

Chamas
Em todas as tradições, a chama – flama – é um símbolo de purificação, de iluminação e de amor espirituais. É a imagem do espírito e da transcendência, a alma do fogo. No sentido pejorativo e noturno, chama pervertida, ela é o pomo da discórdia, o sopro ardente da revolta, o tição devorador da inveja, a brasa calcinante da luxúria, o clarão mortífero da granada.

Conjuração
Ordem mágica constituída por nomes divinos inseridos numa fórmula ou num rito destinado a invocar uma entidade benéfica ou a afugentar uma entidade maléfica.

Dobby
Elfo marrom é um espírito caseiro das regiões do norte da Inglaterra. Apesar de estarem normalmente ligados as atividades caseiras, os Dobbyes eram considerados preguiçosos, ingênuos e idiotas. Tinham de ter um lugar na casa, mas seus quartos eram nos celeiros ou estábulos onde eles poderiam vigiar os animais.

Duende/Elfo/Gnomo
Símbolos das forças ocultas vivem no centro da terra e dispõem das forças mágicas. Tem ligações com o mundo dos mortos, e na simbologia a essência deles é
considerada maligna e totalmente incontrolável. São anões e freqüentemente se atribui a eles virtudes mágicas e demoníacas.

Feitiço convocatório, homorfo, Fidelius, levitação, patrono, poderoso e maligno
Canto mágico. Fórmula ritual, religiosa ou mágica. Originalmente o feitiço era uma forma de rito mágico oral que consistia em descrever a gênese e em enumerar as qualidades e os nomes de um objeto para o dominar. Encantação.

Fênix
A fênix é um pássaro mítico, de esplendor impar, dotado de longevidade, e que tem o poder de depois de consumir em uma fogueira, de renascer de suas cinzas. Quando se aproxima a hora de sua morte, ela constrói um ninho de vergônteas perfumadas onde, no seu próprio calor se queima. Os aspectos do simbolismo aparecem com clareza: ressurreição e imortalidade, reaparecimento cíclico. É o símbolo da regeneração no Egito. É a cavalgadura dos imortais. É também um símbolo da ressurreição, que aguarda o defunto depois do julgamento das almas, e se ele cumpriu devidamente os ritos e se a sua confissão negativa foi julgada como verídica, o próprio morto se transforma em fênix. A fênix constantemente leva consigo uma estrela, para indicar sua natureza as vida do outro mundo. A fênix é a representação figurada ou literal da Pedra Filosofal.

Linguagem da serpente
Não existe o termo “ofidioglota” com que Rowling denomina Harry Potter, Salazar Slytherin e Lord Voldemort. Possivelmente a autora criou aqui um neologismo, numa das suas muitas brincadeiras, que usa para dar um viso de desdém, quando na realidade quer é tirar a atenção para a realidade – as trevas presentes na sua literatura. Transcrevo a seguir LÍNGUA DOS PÁSSAROS, LÍNGUA DOS ANIMAIS – e ao que parece serpente é um animal. “Língua dos pássaros” e não “linguagem dos pássaros”, matéria de estudo ecológica, ornitológica e etológico – estudo dos hábitos dos animais. Os esoteristas de todas as tradições assinalam que os iniciados falam a língua dos pássaros ou de outros animais. O conhecimento dos mistérios da natureza e o poder de predição, conhecimento e poder ocultos expressos diretamente por meio de gritos, cantos, vozes de animais, comportamentos ritualizados de animais – corte, agressão, domínio, defesa territorial, proteção dos mais novos – ou expressos por intermédio de uma determinada gnose, linguagem secreta ou prática.

Lobisomem – Licantropia
Um lobisomem é um animal do folclore que se acreditava consumir carne humana ou sangue e que podia passar de lobo a humano e de humano a lobo - werewolf: Wer é uma palavra antiga inglesa para Homem. Não havendo casos documentados de humanos transformando-se em lobo e vice-versa, há documentos sobre humanos acreditando terem sido lobisomens. A esta ilusão chama-se licantropia, crença de que alguém se transformava num animal, especialmente lobisomens. Na Europa durante a Idade Média, a licantropia era atribuída à bruxaria ou magia.

Mago (das trevas)
Para os greco-romanos, o mago é um individuo que produz feitiços, sortilégios e tem capacidade de adivinhação e de evocação. Para os oculistas, mago é um mágico, ocultista, adivinho, feiticeiro, astrólogo e adepto da magia cerimonial. Para os esotéricos, o mago é um mágico branco com conhecimentos esotéricos.

Mandrágora
Planta de grande valor simbólico, sua raiz ramificada recorda uma figura humana, e até a Idade Moderna foi bastante considerada como um gnomo portador de sorte. Planta com diversas substâncias tóxicas – hiosciamina, atropina, escopolamina, entre outras – que podem provocar alucinações. Por este motivo ela desempenhava um papel importante nos bálsamos das feiticeiras, e tornou-se o símbolo das ciências ocultas de todo o tipo. Segundo a lenda, ela crescia sob os patíbulos a partir do esperma dos enforcados, e podia ser arrancada do solo apenas se fossem tomadas determinadas precauções. Dizia-se que nesse momento emitia um grito lancinante que provocava a morte.

Petrificação
A petrificação simboliza o castigo infligido ao olhar indevido. Ela resultaria ou de uma ligação que permanece depois da falta cometida - o olhar que se fixa - ou de um sentimento de culpa excessivo - o olhar que paralisa; ou ainda do orgulho e da cobiça - o olhar possessivo. A petrificação simboliza o castigo do descomedimento humano.

Runa
Signos alfabéticos com valor simbólico e mágico e são associadas às divindades do mundo germânico.

Salamandra
É o regente do elemento fogo.

Salgueiro
É considerado no Oriente como um símbolo da imortalidade, e é um meio simbólico de comunicação com o céu.

Varinha mágica
A vara é o símbolo do poder e da clarividência mágica, subtraído as forças celestes ou recebidos do demônio. A vara do mágico, da feiticeira, da fada – de condão. Sem uma vara encantatória, o adivinho não pode traçar o círculo no chão dentro da qual se encerra, a fim de evocar os espíritos. A vara mágica é a insígnia do poder dos homens sobre as coisas, quando detêm esse poder de origem sobre-humana.

O Homem que Tentou Matar Deus



"NÃO HÁ VERDADES ABSOLUTAS" ( Nietzsche)
O filósofo da morte de Deus

Um dos ateus mais vividos e convincentes de todos os tempos (1814 – 1900).
Sua rejeição a Deus foi instintiva e incisiva. Com a negação de Deus, Nietzsche negou todo valor objetivo baseado nele. Logo sua visão é uma forma de NIILISMO. Apesar de ter sido criado no lar de um pastor luterano, reagiu violentamente contra seu treinamento religioso. Sua mãe, tia e irmãs o criaram desde a morte de seu pai.

O mito de Deus. Nietzsche baseou sua crença de que Deus jamais existiu em vários pontos (Além do bem e do mal, p. 23). Ele argumentou que o ­Deus do teísta deveria ser autocausado, o que é impossível. O mal no mundo eliminaria ainda mais o Criador benevolente. Nietzsche julgou que a crença em Deus era psicológica. Nietzsche exortou:

Rogo-vos meus irmãos, permanecei fiéis à terra, e não creiais naqueles que vos falam de esperanças de outros mundos!”. Acrescentou:

No passado o pecado contra Deus era o maior pecado; mas esses pecadores morreram com ele. Agora pecar contra a terra é a coisa mais terrível (Assim falava Zaratustra, p. 125)

Acreditava que o mito “Deus” já havia sido importante. Foi o modelo pelo qual a Europa Medieval e da Reforma baseou sua vida. Essa cultura, estava em decadência. A modernidade havia alcançado a humanidade da presente época, que não podia mais acreditar em Deus. “Deus está morto!” clamou Nietzsche. A humanidade moderna precisa enterrar Deus e continuar.

O mundo. Já que Deus não existe, só existe o mun­do. A matéria está em movimento e a vida se move em ciclos. O mundo é ilusão. Não há Deus ao qual devamos ser fiéis. Logo cada pessoa é exortada a “permanecer fiel á terra”. Pois Nietzsche via Deus “como a declaração de guerra contra a vida, contra a natureza [...] a deificação do nada, a vontade do nada considerado santo” (ibid., p. 92-4).

História e destino. A história humana, como o destino humano, é cíclica. Nietzsche rejeitou qual­quer noção cristã da história dotada de objetivo ou de um eschaton a favor da recorrência cíclica de estilo oriental. A história não caminha a lugar al­gum. Não há objetivos finais para alcançar, nenhum paraíso a reconquistar. Há apenas a vida individual para viver pela coragem e criatividade. A humani­dade cria seu destino aqui, e não há pós-vida —exceto a eterna recorrência da mesma situação. Os super-homens são os gênios que formam o destino. “Eles dizem: ‘Assim será!’ Determinam o ‘se’ e o ‘para que fim’ da humanidade [...] Seu saber é seu criar” (Além do bem e do mal, p. 18-9).

Ética. A percepção chocante da morte de Deus levou Nietzsche à conclusão de que todos os valores e absolutos baseados em Deus também estavam mortos. Logo, Nietzsche rejeitava todos os valores judaico-cristãos tradicionais de maneira quase violenta. Nietzsche questionou até princípios gerais, tais como “não ferir outro homem” (Além do bem e do mal, p. 186-7). Ridicularizou o princípio cristão de amor: “Por que, seus idiotas [...] Que tal Louvar aquele que sacrifica a si mesmo?”’ (ibid., p. 220). Na verdade, o cristianismo “é a maior de todas as corrupções imagináveis [...] eu o denomino mancha imortal da humanidade (O anticristo, p. 230).

No lugar dos valores cristãos tradicionais, propôs que as pessoas modernas fossem “além do bem e do mal”. Sugeriu a transavaliação que rejeitaria as virtudes “suaves” e femininas do amor e da humildade e se apoderaria das virtudes “duras” e masculinas da se­veridade e da desconfiança (Além do bem e do mal, toda a obra).

Seres humanos. Não há pós-vida, então tudo o que a pessoa puder fazer para superar os limites da mortalidade pessoal é desejar a recorrência eterna da mes­ma situação Isto é, deve desejar vol­tar e viver a mesma vida vez após vez. Já que não há Deus e não há valores objetivos para descobrir, a raça humana deve criar os próprios valores.A falta de sen­tido e conteúdo da vida deve ser superada. Os que a superam são “super-homens”.
Avaliação. Todos os ateus compartilham os elementos básicos da posição de Nietzsche. Sua alegação de que nenhum Deus existe é refutada por forte evidencia da existência de Deus. As objeções a esses argumentos são respondidas de modo satisfatório. Como acontece com o ponto de vista de Freud, a posição de Nietzsche de que Deus é uma ilusão é infundada. Seu relativismo moral não pode resistir a força lógica do absolutismo moral. Tanto a visão materialista do universo quanto sua eternidade são contrárias a bons argumentos científicos e filosóficos.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Homenagem

Esta página é tão especial quanto as outras. Pensei em algo diferente, por que não homenagear as pessoas que gostamos e que de maneiras diferentes tem nos ajudado a crescer Espiritualmente e Cognitivamente.

Quero homenagear primeiramente alguém que me ajudou e me ajuda a crescer em todos os sentidos. Que depois de algum tempo deixou de ser apenas um Amigo e Irmão e passou a ser MEU PAIZÃO.
Minha homenagem a Você:

Presbítero Valfredo


Não poderia esquecer de alguém que também tem sido companheiro no dia-a-dia e nas orações. A você que é meu Amigo, Irmão, Tio, Parceiro de Ministério minha Homenagem... 


                                          
Diácono Marcelo


Não deixaria de homenagear àquele que através de seu bom serviço na Obra de Deus me alcançou através do Evangelho de Jesus e que hoje é responsável pela pessoa que me tornei através da Palavra de Deus minha Homenagem a meu Pastor....



Pastor Ezequias Santos Costa.




E àquela que tanto me faz Sonhar não esqueceria nunca de Homenageá- la...


S...




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