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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Termos Satanistas e Seus Significados


Baphomet



Adivinhação
É o sacerdócio do mago. Termo genérico que designa o conhecimento paranormal, religioso ou esotérico. A adivinhação pode ser exercida pelas artes divinatórias, pelas artes conjecturais, pela clarividência e pela visão. Existem dois tipos de adivinhação. Uma que se deve à arte e a outra que se deve à natureza. Significa realizar uma coisa divina (sic).

Amuleto
Os amuletos são utilizados para a defesa. Protegem contra as doenças, o mau-olhado, a má sorte, etc. Considera-se que o amuleto possua ou encerre uma forca mágica que realiza o que simboliza, numa relação especial entre aquele que o carrega e as forças que o amuleto representa. Fixa, concentra e age em todo os planos cósmicos, firmando o homem no centro destas forças, fazendo crescer a sua vitalidade, garantindo-lhe uma condição melhor após a morte.

Aranha
Nas crenças populares é um animal espiritual. Acreditava-se que durante o sono, a alma daquele que sonha pudesse sair e entrar pela boca em forma de aranha. No simbolismo está relacionado ao mito grego de Aracne, que teceu um tapete e foi transformada em aranha por Atena, por ter ousado desafiá-la - a aranha é o símbolo nesta lenda; é a derrota de um mortal que pretendeu rivalizar com Deus. É a ambição demiúrgica punida – demiurgo é a criatura intermediária entre a natureza divina e a humana. A aranha torna-se, às vezes, símbolo da alma ou um animal psicopompo – condutor das almas dos mortos.

Aritmancia
Adivinhação através dos números – aritmomancia. Mancia – sufixo transformado em substantivo. Arte e ciência da adivinhação indutiva – mântica – aplicada a um determinado objeto ou que segue um determinado método. As mancias dividem-se em artes divinatórias – que dizem respeito à pessoa e artes conjecturais – que dizem respeito ao homem em geral, a sociedade ou qualquer outra coisa. Classificam-se de acordo com os suportes utilizados: sonho – oniromancia; cartas – cartomancia; astros – astrologia; mortos necromancia; números – aritmancia. A aritmancia recorre a métodos tais como a simbologia dos números, a adição teosófica, o paralelismo etc.

Basilisco
Em grego significa “pequeno rei”, é um ser fabuloso de cunho simbólico do mundo das serpentes. É o rei das serpentes, como o diabo é o rei dos demônios. Nos bestiários medievais o basilisco aparece como serpente coroada, que é homenageada pelos seus súditos. O basilisco era um animal que matava com um simples olhar, ou só com o bafo, quem dele se aproximasse sem o ter enxergado ou tendo sido visto primeiro por ele. Teria nascido de um ovo de galo velho, de 7 ou 14 anos, posto dentro do esterco e chocado por um sapo ou por uma rã. É representado por um galo com cauda de dragão ou por uma serpente com asas de galo. Seria o poder real, que fulmina tantos quantos lhe faltam com o respeito. A lenda dizia que era difícil capturar o basilisco. O único modo era colocar um espelho na frente dele, e assim aquele terrível olhar, dotado de potência mortal, refletido no espelho e voltado contra o próprio basilisco matava-o, ou então o hálito envenenado que exalava reincidia sobre ele, causando-lhe a morte que desejava provocar.

Bruxo
Quem faz bruxarias – as bruxas modernas tendem a se referir à sua religião como wicca, a forma feminina de wicce – do inglês antigo, que significa witch – bruxa. Tantos os seguidores do sexo masculino quanto do feminino são conhecidos como bruxas e bruxas, embora o culto seja decididamente matriarcal, onde a suprema sacerdotisa de cada convenção é vista como a personificação – em alguns ritos, até mesmo encarnação da grande mãe deusa, que é a divindade principal do movimento. Como consorte da deusa, personificado pelo supremo sacerdote da convenção, está o deus-de-chifres, quase sempre identificado com o diabo, por aqueles que não pertencem ao culto. Uma das cerimônias da bruxaria moderna é conhecida como “atração da lua”. É realizada pelo supremo sacerdote, mas sua meta é criar uma encarnação temporária da deusa na suprema sacerdotisa, algo que tem semelhanças com os ritos de possessão mediúnica de muitas religiões xamânicas.

Câmara secreta
Em todo ritual de iniciação apresenta-se uma prova, que é a passagem por uma câmara secreta; que pode ser um cubículo, um quarto fechado, etc..., é sempre um lugar afastado de curiosos. Neste local o iniciado é aspergido com água lustral – para purificação – ou com o sangue de uma vítima sacrificada. O iniciado fica acordado ou dormindo para receber as revelações da divindade. A câmara secreta simboliza o local da morte do velho homem e do nascimento do novo homem. Muitas vezes o iniciado pernoita na câmara secreta, pois se acredita que receba durante o sono ou acordado as revelações da divindade. Toda iniciação por mais natural que seja, comporta algo de secreto e de retirado, e a nova vida por ela inaugurada funda-se numa espécie de morte.

Chamas
Em todas as tradições, a chama – flama – é um símbolo de purificação, de iluminação e de amor espirituais. É a imagem do espírito e da transcendência, a alma do fogo. No sentido pejorativo e noturno, chama pervertida, ela é o pomo da discórdia, o sopro ardente da revolta, o tição devorador da inveja, a brasa calcinante da luxúria, o clarão mortífero da granada.

Conjuração
Ordem mágica constituída por nomes divinos inseridos numa fórmula ou num rito destinado a invocar uma entidade benéfica ou a afugentar uma entidade maléfica.

Dobby
Elfo marrom é um espírito caseiro das regiões do norte da Inglaterra. Apesar de estarem normalmente ligados as atividades caseiras, os Dobbyes eram considerados preguiçosos, ingênuos e idiotas. Tinham de ter um lugar na casa, mas seus quartos eram nos celeiros ou estábulos onde eles poderiam vigiar os animais.

Duende/Elfo/Gnomo
Símbolos das forças ocultas vivem no centro da terra e dispõem das forças mágicas. Tem ligações com o mundo dos mortos, e na simbologia a essência deles é
considerada maligna e totalmente incontrolável. São anões e freqüentemente se atribui a eles virtudes mágicas e demoníacas.

Feitiço convocatório, homorfo, Fidelius, levitação, patrono, poderoso e maligno
Canto mágico. Fórmula ritual, religiosa ou mágica. Originalmente o feitiço era uma forma de rito mágico oral que consistia em descrever a gênese e em enumerar as qualidades e os nomes de um objeto para o dominar. Encantação.

Fênix
A fênix é um pássaro mítico, de esplendor impar, dotado de longevidade, e que tem o poder de depois de consumir em uma fogueira, de renascer de suas cinzas. Quando se aproxima a hora de sua morte, ela constrói um ninho de vergônteas perfumadas onde, no seu próprio calor se queima. Os aspectos do simbolismo aparecem com clareza: ressurreição e imortalidade, reaparecimento cíclico. É o símbolo da regeneração no Egito. É a cavalgadura dos imortais. É também um símbolo da ressurreição, que aguarda o defunto depois do julgamento das almas, e se ele cumpriu devidamente os ritos e se a sua confissão negativa foi julgada como verídica, o próprio morto se transforma em fênix. A fênix constantemente leva consigo uma estrela, para indicar sua natureza as vida do outro mundo. A fênix é a representação figurada ou literal da Pedra Filosofal.

Linguagem da serpente
Não existe o termo “ofidioglota” com que Rowling denomina Harry Potter, Salazar Slytherin e Lord Voldemort. Possivelmente a autora criou aqui um neologismo, numa das suas muitas brincadeiras, que usa para dar um viso de desdém, quando na realidade quer é tirar a atenção para a realidade – as trevas presentes na sua literatura. Transcrevo a seguir LÍNGUA DOS PÁSSAROS, LÍNGUA DOS ANIMAIS – e ao que parece serpente é um animal. “Língua dos pássaros” e não “linguagem dos pássaros”, matéria de estudo ecológica, ornitológica e etológico – estudo dos hábitos dos animais. Os esoteristas de todas as tradições assinalam que os iniciados falam a língua dos pássaros ou de outros animais. O conhecimento dos mistérios da natureza e o poder de predição, conhecimento e poder ocultos expressos diretamente por meio de gritos, cantos, vozes de animais, comportamentos ritualizados de animais – corte, agressão, domínio, defesa territorial, proteção dos mais novos – ou expressos por intermédio de uma determinada gnose, linguagem secreta ou prática.

Lobisomem – Licantropia
Um lobisomem é um animal do folclore que se acreditava consumir carne humana ou sangue e que podia passar de lobo a humano e de humano a lobo - werewolf: Wer é uma palavra antiga inglesa para Homem. Não havendo casos documentados de humanos transformando-se em lobo e vice-versa, há documentos sobre humanos acreditando terem sido lobisomens. A esta ilusão chama-se licantropia, crença de que alguém se transformava num animal, especialmente lobisomens. Na Europa durante a Idade Média, a licantropia era atribuída à bruxaria ou magia.

Mago (das trevas)
Para os greco-romanos, o mago é um individuo que produz feitiços, sortilégios e tem capacidade de adivinhação e de evocação. Para os oculistas, mago é um mágico, ocultista, adivinho, feiticeiro, astrólogo e adepto da magia cerimonial. Para os esotéricos, o mago é um mágico branco com conhecimentos esotéricos.

Mandrágora
Planta de grande valor simbólico, sua raiz ramificada recorda uma figura humana, e até a Idade Moderna foi bastante considerada como um gnomo portador de sorte. Planta com diversas substâncias tóxicas – hiosciamina, atropina, escopolamina, entre outras – que podem provocar alucinações. Por este motivo ela desempenhava um papel importante nos bálsamos das feiticeiras, e tornou-se o símbolo das ciências ocultas de todo o tipo. Segundo a lenda, ela crescia sob os patíbulos a partir do esperma dos enforcados, e podia ser arrancada do solo apenas se fossem tomadas determinadas precauções. Dizia-se que nesse momento emitia um grito lancinante que provocava a morte.

Petrificação
A petrificação simboliza o castigo infligido ao olhar indevido. Ela resultaria ou de uma ligação que permanece depois da falta cometida - o olhar que se fixa - ou de um sentimento de culpa excessivo - o olhar que paralisa; ou ainda do orgulho e da cobiça - o olhar possessivo. A petrificação simboliza o castigo do descomedimento humano.

Runa
Signos alfabéticos com valor simbólico e mágico e são associadas às divindades do mundo germânico.

Salamandra
É o regente do elemento fogo.

Salgueiro
É considerado no Oriente como um símbolo da imortalidade, e é um meio simbólico de comunicação com o céu.

Varinha mágica
A vara é o símbolo do poder e da clarividência mágica, subtraído as forças celestes ou recebidos do demônio. A vara do mágico, da feiticeira, da fada – de condão. Sem uma vara encantatória, o adivinho não pode traçar o círculo no chão dentro da qual se encerra, a fim de evocar os espíritos. A vara mágica é a insígnia do poder dos homens sobre as coisas, quando detêm esse poder de origem sobre-humana.

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