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sexta-feira, 28 de junho de 2013

"Ninguém me provou que isto é uma pirâmide", diz deputado

O bloqueio de novos cadastros bem como o pagamento de divulgadores já cadastrados na empresa Telexfree, conforme decisão judicial da semana passada, foi um dos assuntos mais comentados na sessão ordinária, nesta quarta-feira (26), da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac).

Alguns deputados mostraram serem contra o modelo financeiro adotado pela empresa Ympactus comercial Ltda, conhecida popularmente como Telexfree; outros estiveram mais favoráveis à empresa e seus respectivos investidores, como foi o caso do parlamentar socialista Manoel Moraes.

“Até agora, ninguém conseguiu me provar que isto é uma pirâmide financeira. Como economista, averiguei essa situação e não vi, a priori, nada de irregular”, defendeu.

Outro parlamentar que se mostrou simpático ao modelo de negócio da Telexfree foi o líder do governo na Aleac, Astério Moreira (PEN).

Astério, que já chegou usar a página pessoal no Facebook para dizer que a Telexfree é uma oportunidade de Deus, parece não ter aberto mão de suas convicções, nem mesmo após a denúncia do Ministério Público de que a empresa pode estar cometendo crime ao usar o modelo de pirâmide financeira.

Ele disse que a empresa mudou a vida de muita gente no Acre. “Eu não conheço alguém que tenha sido lesado pela Telexfree. Além do que, muita gente que estava desempregada hoje tem sua própria renda devido à empresa”, ressaltou.

Edvaldo Souza (PSDC) também afirmou não estar convencido de que a empresa Telexfree esteja cometendo algum tipo de irregularidade. "Acho que as pessoas estão ganhando o seu dinheiro, só isso. Não vejo nada de mais nisso”, acrescentou
 
 

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