Vocé o Visitante N°:

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Revista Exame Faz Má Interpretação à Garantia Dada Pela TelexFREE

Como não se bastasse, a má intepretação de um jornalista da revista Exame, chamado Diogo Max, diz, em seu espaço no portal da revista, que TelexFREE ofereceu R$660 milhões para voltar a funcionar. A mídia brasileira, dotado de más profissionais e de pessoas de má fé, tem como objetivo não promover notícia, mas sim, ganhar IBOPE diante de más notícias, como esta.
A empresa TelexFREE ofereceu um garantia, como explica um divulgador e a próprio Nota de Esclarecimento que a empresa divulgou em seu canal do Facebook. 
Fernando Augusto, divulgador da TelexFREE, chama atenção para tal fato:
Atenção: a notícia que afirma que a TelexFREE estará disponibilizando R$ 660 milhões para ressarcimento dos divulgadores não é correto. Ela está sendo INTERPRETADA de maneira errada e em algumas matérias tendenciosas dando a entender que é um SUBORNO o que é um ABSURDO! O valor é referente apenas a uma espécie de calção judicial, para provar e ASSEGURAR para a justiça que ela pode prosseguir com suas atividades sem lesar os consumidores, E CASO LESE ela tem um capital como CALÇÃO para cobrir eventuais faltas de pagamento. Fernando Augusto
São Paulo – A TelexFREE, empresa que teve seus bens e valores bloqueados por ser acusada de praticar pirâmide financeira, divulgou um comunicado neste final de semana em que disse ter oferecido quase R$ 660 milhões como garantia para Justiça do estado do Acre.
A TelexFREE está se defendendo de forma vigorosa perante o Poder Judiciário do Acre e confia plenamente na Justiça Brasileira que certamente reparará uma das decisões judiciais mais danosas da história do empreendedorismo brasileiro”, diz o comunicado. A empresa também afirmou que seu modelo de negócios é “economicamente viável”.
O recurso ainda não foi analisado, porque, de acordo com a TelexFREE, os magistrados estavam de férias e o juiz substituto se encontra na cidade de Manoel Urbano, mais de 200 km de distância da capital Rio Branco.
Esse é mais um capítulo na novela da TelexFREE, que vem ganhando notoriedade desde o final do mês passado, quando a justiça bloqueou os ativos da empresa e a Polícia Federal foi chamada para investigá-la devido a um suposto esquema de pirâmide financeira.
Proibido no Brasil, o modelo se mantém por meio do recrutamento progressivo de pessoas, até chegar a níveis que tornam o retorno financeiro insustentável. Estima-se que a TelexFREE tenha arregimentado pelo menos 1 milhão de pessoas no país.
Devido ao imbróglio na Justiça, franqueados da empresa norte-americana vêm fazendo várias manifestações pelo Brasil. Eles fazem carreatas pelas capitais e reclamam que estão sem poder receber por trabalhos prestados desde a decisão que suspendeu as atividades da TelexFREE.
Atuando no Brasil desde março de 2012, a TelexFREE vende planos de minutos de telefonia voz sobre protocolo de internet (VoIP), que permitem ligações ilimitadas para 41 países por US$ 49 mensais. Para o ministério da Justiça, o modelo de negócio da empresa é apenas fachada para o esquema de pirâmide financeira.



Fonte: Caxias Magazine

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postagens Populares